Ontem à noite, enquanto assistia o filme "Shakespeare Apaixonado" veio-me lembranças de um ideal comum à muitos: o amor sem limites. Quando conhecemos uma pessoa, quando começamos a nos envolver, sempre pensamos que este é o definitivo, que sem esta pessoa não poderiamos viver. Pois bem, você pode estar sem ela agora e veja: Você ainda está vivo!
Durante muito tempo eu procurei alguém (na verdade uma louca!^^) para namorar e não conseguia encontrar. Então, como num passe de mágica surgiu a pessoa ideal, para a situação ideal. E é sobre isso que eu vou falar. Sobre o grande e devastador primeiro beijo. Aonde nele encontramos uma razão para sorrir, para continuar a nossa luta quotidiana contra a tristeza.
Sempre que nos interessamos por uma pessoa (não to falando de micareta nem nada do tipo), procuramos saber mais e mais sobre esta, estar mais presente na vida dela e fazendo com que ela torne-se proporcionalmente presente na nossa (DUH!). Depois de muita luta, muito flerte, muita angústia (qual é o apaixonado que não sofre por antecipação? Pois se não sofre, apaixonado não está), de muito medo, muito tudo, pois... é disso que se constitui o jogo do amor, toda a esperança de um homem sendo apostada e com dois possíveis resultados:
1 - Alegria total!
2 - Tristeza voraz.
Mesmo sabendo dos resultados, todo apaixonado que se preze prefere sofrer as dúvias, fica com medo de ser desprezado, começa a pensar na vida sem aquela pessoa, mas logo se lembra de que ela é muito importante para ela (naquela fase). Então, num encontro comum, aonde o interessado encontra o ser tanto desejado acontece o tão desejado beijo, podendo ser iniciado de várias formas, na meia luz, aonde os dois sentem a criação do beijo ou de repente enquanto um fala e a voz é cortada com um quente beijo.
O que falo aqui não coisas inventadas por mim, muito pelo contrário, coloco aqui verdades que não expressamos todo dia.
Diga-me então, aquele que nunca chorou por uma paixão? Aquele que nunca ligou para o celular e deixou tocar até cair na caixa postal? Aquele que numa tarde de frio queria estar na chuva vendo os carros passarem do que estar em casa embaixo das cobertas pensando de como seria melhor a realidade de estar com a pessoa amada?
Eu minto? Não! Todo beijo é sim o primeiro beijo, pois, mesmo que saibamos beijar - alguém aqui não sabe? - estamos beijando pessoas diferenes e sempre temos sonhos diferentes para elas e traçamos caminhos nunca iguais para conquista-las.
Nunca tenha medo de tentar, pois, só vive de verdade aquele que tenta mudar a sua realidade.
Paalam.
quinta-feira, 25 de janeiro de 2007
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2 comentários:
ótimo texto!
bem real né.. uhahuahuhuaha
mto bom!
parabéns.
TE AMOOOOOOOOO!
beijão!
Ameeei seu texto Caio!
Aliás, também gostei do outro... Escreve mais!
Beijos!
Ps: Melhore sua ortografia. =P
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