terça-feira, 27 de março de 2007
Até quando?
Até quando vamos esperar o planeta aquecer para nos preocurpar?
Até quando iremos deixar nossos irmãos mortos de fome?
Até quando iremos deixar nossos irmãos mortos de ateção?
Até quando vamos celebrar a falsa beleza?
Até quando deixaremos nossas mídias determinarem o que pensamos?
Até quando largaremos a vontade de ganhar mais e sentir menos?
Até quando falaremos de amor se não conseguimos compriendê-lo?
Até quando seremos infiéis, conosoco, com quem nos ama... com todos?
Até quando vamos deixar o sorriso de uma criança despedaçar-se?
Até quando permetiremos que o sonho de uma pessoa morra por causa da nossa arrogância?
Até quando vou colocar um texto novo? =D
Até quando a Jacky vai esperar por um novo post?
Perguntas sem respostas... uauahahuahuhauhaha
Abraços.
segunda-feira, 12 de março de 2007
sábado, 3 de março de 2007
Algo diferente.
Imagine que você é um pássaro. Um pássaro que não pode voar. Mas então chega um dia, em que você acorda no topo de uma imensa montanha, cercado por nuvens e pela luz do sol. A sensação é maravilhosa! O chão é macio, verde e gramado, o ar é morno, e em todo lugar, pássaros iguais a você estão voando e cantando. É simplesmente lindo vê-los voando pelo ar. Então você tenta. Você tenta voar, pulando e saltando, abrindo suas asas subdesenvolvidas pela primeira vez. O vento te pega, te jogando pelo ar sem nenhum esforço. Esse tipo de sensação é rara... você se sente como se pudesse explodir de felicidade. Você está sem peso, flutuando em um turbilhão de penas para algum destino desconhecido. Mas tão rápido quanto você subiu... o vento morre, e você começa a cair. De início é lento, você mal percebe que a distância entre você e o chão está diminuindo. E então você percebe. O horror e o medo agarram seu coração enquanto você começa a cair. Quando você chega ao chão, você não cai em um macio leito de grama... não. Você cai nas pedras, rolando pelo chão ressecado, amassando suas penas e quebrando seus ossos em cada impacto. Pelo meio do caminho, você consegue parar. Perguntas, emoções dolorosas, elas te consumem. Como pôde isso acontecer? Não, não é assim que funciona. O quê aconteceu? Eu fiz algo errado? Você nunca esteve tão confuso na sua vida. Mas, você quer tentar de novo. Há sempre uma nova chance, não é? Então você começa a escalar. É difícil... Em alguns dias você consegue subir... em outros você cai ainda mais. Mas você nunca se esquece daquele glorioso momento, o poderoso poder do vôo. Finalmente, você chega no topo. O solo ainda está verde, o ar ainda está limpo, e o sol te cumprimenta, seus raios abraçam seu cansado corpo. Você finalmente tem um momento para relaxar, para refletir; o ato de voar continua a atravessar seus pensamentos. Será que você deveria tentar novamente? De repente, uma canção chega aos seus ouvidos. Ela está vindo de uma nuvem de pássaro, mas uma diferente da de antes. De início você não os vê, mas a canção é tão forte, tão melódica. Os pássaros, eles aparecem tão rápido, voando perto de você em uma torrente de vento, te pegam de surpresa. A incrível massa de corpos e asas, a música enchendo o seu ser com uma sensação... que sensação. Você se lembra do seu primeiro vôo. Você está com medo. Você olha para os pássaros enquanto eles voam e vão embora, começando a desaparecer no céu, cantando para você, chamando-o para se juntar a eles. Essa é a sua chance de tentar de novo. Não há tempo para pensar... os pássaros já estão longe. Então... o quê você faz?
Você pula.
-Perri McCammon